Adoçantes: Acessulfame – K

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O adoçante Acessulfame K é um adoçante poderoso, que adoça 200 vezes mais que o açúcar e é usado há mais de 15 anos em diversos alimentos. Ele começou a ser usado nos Estados Unidos em 1988, principalmente em doces, bolos, sobremesas congeladas, bebidas, misturas para sobremesas e adoçantes de mesa.

A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos considera o adoçante como seguro para todos os grupos de pessoas, contando com a validação de mais de noventa estudos. Hoje em dia, é usado em mais de quatro mil produtos em mais de noventa países no mundo.

Segundo a FDA, o acessulfame K é um adoçante seguro, podendo ser usado por todas as parcelas da população. Além disso, a Organização Mundial da Saúde também o considera seguro. O acessulfame K não é metabolizado ou armazenado no corpo. Após seu consumo, ele é imediatamente absorvido e eliminado.

A FDA estabelece uma quantidade diária para consumo que, preferencialmente, não deve ser ultrapassada. No caso do acessulfame K, esse limite é de 15 mg por quilo por dia do ingrediente. Isso quer dizer que uma pessoa de 60 kg pode consumir 900 mg do ingrediente. Vale lembrar que, no caso de adoçantes de mesa ou uso culinário, o acessulfame K não é o único ingrediente, portanto essas 900 mg não representam o peso real que pode ser consumido desses produtos, e sim do ingrediente acessulfame K.

Mesmo com essa quantidade estabelecida, não há riscos se uma pessoa consumir mais do que isso algumas vezes, já que a quantidade do ingrediente que uma pessoa pode consumir sem sofrer qualquer efeito é 100 vezes maior que a quantidade preferencial de consumo.

Além disso, o acessulfame de potássio não contribui para a ocorrência de cáries nos dentes, não há registros de reações alérgicas com seu uso e o metabolismo dele não produz quaisquer ingredientes nocivos no corpo humano.

Se você o usa como adoçante, se deve continuar a usá-lo ou não, fica a seu critério, já que não existe a comprovação científica de que o adoçante acessulfame K faz mal, e o seu uso limitado não deve fazer mal.

Fonte: Mundo Boa Forma

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